sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sancta Maria,Mater Dei


Sancta Maria, Mater Dei (Religião)
Pelo século quinto, precisamente em 429, o bispo Nestório, Patriarca de Constantinopla, na Catedral apinhada de gente, pregava do púlpito, que Nossa Senhora é mãe de Jesus e não Mãe de Deus. Um dos mais simples dos fiéis, Eusébio Dorileu levanta-se, alto e bom som proclama: “O patriarca blasfema”. Dá para se imaginar o desacerto advindo! Ao tempo que, não há quem não fique assombrado, frente à grandeza de tal desassombro: um homem do povo, verberando o mais alto dignitário da Igreja Oriental.
O Espírito, assegura Jesus, sopra onde quer. Assim foi no julgamento de Susana, quando o jovem Daniel gritou: “Eu sou inocente do sangue dessa mulher”; do que resultou a morte dos juizes acusadores. Da fala do Espírito, por Eusébio Dorileu, originou-se um debate, culminando com o Concílio de Éfeso dois anos após, em 431, que oficializou a segunda parte da Ave Maria: “Santa Maria, Mãe de Deus”. Esse Concílio, convocado pelo Papa Celestino I, hoje São Celestino, foi presidido pelo Patriarca Cirilo de Alexandria: São Cirilo condenou a heresia e excomungou Nestório. O Espírito Santo por Maria Santíssima, esta pelo Patriarca de Alexandria, condenando o heresiarca Nestório, entrega a palma a Eusébio Dorileu.
Na ocasião, certificado das ocorrências, o Papa Celestino I agiu rápido, porém, Nestório não estava sozinho, pois, além da craca dos bajuladores que o incensavam, outros bispos e padres formavam com ele, comungando da mesma heresia. Tanto que, em 1916, cerca de mil e quinhentos anos após, existiam 600 (seiscentos) mil nestorianos, com sede em Bagdá, no Iraque. Atualmente, os intitulados nestorianos sumiram e se alguns existem, não aparecem nas estatísticas. Não assim a heresia, que Maria é Mãe de Jesus e não Mãe de Deus, de vez que essa incongruência se tem disseminado como gangrena, através das diversas seitas e seus “inocentes” úteis. Esses mesmos “inocentes”, que, de maneira acertada, reverenciam as mães de seus pastores e, paradoxalmente, pregam que Maria, Mãe de Deus, é uma mulher igual às outras. Não atinam na enormidade da “exceção”. De vez que, Jesus também era um homem igual aos outros “exceto” no pecado. De forma idêntica, Maria é uma mulher igual às outras, “exceto” que é a Mãe de Deus. Essa exceção, ou privilégio, distingue Maria das outras, quanto dista o Céu da Terra, por instituição Divina e não desiderato humano. Logo, não é porque os católicos desejam, mas porque assim Deus determinou, assim estabeleceu. É ponto pacífico, por ser ato de fé.
Ora, sendo ato de fé transcende. Se transcende, avança para sobrenatural que se pode compreender e aceitar. Porém, explicar o sobrenatural, naturalmente, é uma ação fenomenal, para não dizer impossível. Viver sem fé, é coisa que não existe. Até os naturalistas tem fé em Darwin, pois, acreditam num “elo hipotético” e acreditar, é ter fé. O ponto basilar do cristianismo é a fé na ressurreição de Cristo, que ninguém presenciou. Mas, nós pomos fé no Evangelho, em São Paulo que falou com o Ressuscitado. Donde se conclui, que existe fé sadia e fé doentia, fé esclarecida e fé cega. Seja esclarecida, seja cega, a fé é, por natureza, arbitrária. Não há quem me convença que Cristo não ressuscitou, tampouco mantenho a pretensão de convencer o darwinista que o “elo perdido” é balela. Ora, o cristão persegue o espiritual, o darwinista segue o natural. Um examina as coisas do Céu, outro vasculha a Terra. A mãe do cristão reside no Céu, é Maria Santíssima, a mãe do darwinista mora aqui mesmo, é a mãe Natureza. O primeiro submete-se ao Criador, o segundo à criatura. Parte daqui, o dever do cristão zelar pela Natureza, posto que Mandamento bíblico. E o primeiro homem de Deus, que disto se apercebeu foi Salomão, “ecologista” maior e oficial, que não só cuidou dos animais, das aves, dos répteis e dos peixes, como também, do cedro que há no Líbano ao hissopo que brota da parede. Isto não é “hipotético”, nem argumento “perdido”, encontra-se registrado no primeiro Livro dos Reis, capítulo quarto, versículo trinta e três.
Em aditamento, num terra-a-terra, o cristianismo espiritual revela-se, exuberante e naturalmente, mais prático que o darwinismo, naturalista. E por que? Porque morrendo o cristão e, hipoteticamente, não havendo outra vida, não haverá céu, nem purgatório, nem inferno. Descansará em paz e não terá vivido em vão, posto que não haverá quem o recrimine. Porém, morrendo o darwinista e havendo outra vida, haverá Céu, Purgatório e Inferno. Deparará com a Corte Celeste e, na mais branda das hipóteses, provará a sensação do macaco do qual se diz originar, preso com a mão na cumbuca. Que sensação e que cumbuca!...
Além do mais, essa doutrinação naturalista peca pela base. Assim sendo, é um gigante de bronze com pés de barro. Porquanto, não há naturalista que desconheça, afora os nulos em geofísica, geistória e os que silenciam por matreirice, que as ilhas vulcânicas de Galápagos, inspiradoras da propalada “evolução das espécies”, afloraram à superfície apenas há quatro milhões de anos e os grandes répteis dos quais Charles Darwin imaginou ser a fauna ali existente evolutiva, haviam desaparecido entre cento e quarenta e cento e sessenta milhões de anos. Em conseqüência, o que se presencia nas Galápagos, é mera adaptação dos animais do Continente às condições de vida naquelas ilhas. Não assim, com os enormes lagartos conhecidos por dragões de Komodo, ilha no arquipélago da Indonésia, cuja fauna endêmica, Darwin ignorou em seus escritos. Charles Darwin, pelas limitações da época, tinha o direito de ignorar a singularidade da fauna naquele arquipélago, porém, os darwinistas atuais têm obrigação de o saber e calar, é inescrupulosidade flagrante. Basta considerar, que o outro lado do mundo, nestes dias, adentra os nossos lares imediatamente, pela televisão, pelos vídeos, pelas parabólicas cada vez menores e mais potentes, pelo computador conectado à internet, satisfazendo as mais intrincadas consultas; de nossas casas viaja-se o Globo terrestre, comodamente assentados, entre um cafezinho e outro, sem despesas adicionais. A nossa geração é privilegiada, a mais atualizada de todos os tempos. É uma bênção, não a transformemos numa maldição.
Sumariamente, o cristão põe fé na ressurreição do Senhor Jesus, por conseqüência, em tudo que nos revelou e nestes dois mil anos, não tem padecido desilusão. O mesmo não se pode dizer do darwinista, que volta e meia, apela para uma seqüência de neodarwinismos. De desengano em desengano, de frustração em frustração, há os que estão catando “vida” noutros sistemas planetários, argumentando soberba humana ser a Terra, esta poeira cósmica, o único planeta com vida na imensidão do Universo. Desconsideram, que assim como não se utiliza o metro comum para calcular distâncias entre sistemas planetários e intergalácticos, não se utiliza a ciência natural, que não vislumbra numa rosa a manifestação Divina, para ponderar sobre o Incomensurável, tendo em vista, carecer do indispensável embasamento espiritual. Em conseqüência, frente à Suprema Grandeza, não é a soberba humana que, neste particular, conta e se questiona, porém, a Sublime Humildade que, com poder e riqueza indescritíveis, nasceu dependentemente pobre em Belém, determinada desde a Eternidade, em substituir os metropolitanos e intelectivos centros citadinos da época, pela ínfima e desprezada Nazaré, onde cresceu “em sabedoria, estatura e em graça, diante de Deus e dos homens”. Assim sendo, o divino Mestre explicitou que não veio para aprender conosco e sim ensinar. Daqui, a Terra, esta “poeira cósmica”, pela desproporção do Hóspede Divino, “que veio para o que era seu”, ter-se tornado o Centro do Universo, para confusão dos heliocentristas, dos sábios e investigadores do século, em virtude do Hóspede Divino ser o próprio Jesus, Criador das coisas visíveis e invisíveis. Em concordância, a Nova Jerusalém não terá sol nem lua, porque a claridade de Deus a ilumina e a sua lâmpada é o Cordeiro, nos assegura São João. Em perfeita sintonia com Jesus, o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, que lembrou a Felipe: “Quem me vê, vê também o Pai”, consoante havia revelado aos judeus: “Eu e o Pai somos um”. Por ser um com o Pai, o Menino deitado na manjedoura reinava nos céus. “Santa Maria, Mãe de Deus!” Conquanto, a citação do Menino, engloba a Maternidade Santíssima de um Adulto, segundo a profecia de Jeremias: “Uma mulher envolverá um homem”. Quem puder compreender que compreenda, de vez que, explicar o sobrenatural naturalmente, é mera especulação, embromação.
A observância e a prática da vida nos ensinam, que todo ser organizado tem um centro, uma cabeça, uma determinação, uma doutrina. Eusébio Dorileu, homem do povo, compreendeu isto melhor que poucos doutores e não vacilou em qualificar o bispo Nestório de blasfemo, antes da Igreja se manifestar, oficialmente, sobre a Maternidade Divina de Nossa Senhora. O que Dorileu nos transmitiu, por inequívoca manifestação do Deus Espírito Santo, é que todo bispo, pela sua investidura, ultrapassa o respeito comum devido a qualquer pessoa humana, enquanto não se manifeste um falso, um hipócrita, um heresiarca, um solapador das orientações do Papa, centro visível, embaixador legítimo do Cristo invisível. Desde o momento em que o bispo perder o sal da doutrina, da moralidade cristã, Jesus informa: “Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e calcado pelos homens”. Esta advertência de Jesus, Eusébio Dorileu não deixou passar em “brancas nuvens”, pelo contrário, ele a exerceu plenamente. Eusébio (homem do povo e não do populacho, que se move a qualquer vento de novas doutrinas), soube distinguir um reles interpretador do extraordinário preservador da Sã Doutrina.
Finalmente, este modesto articulista, com Eusébio Dorileu, além de cristão, só tem em comum ser um homem do povo e nesta qualidade dirige ao bispo, ou a quem de direito, o antigo, porém, oportuno dito popular: “Quando vires a barba do vizinho arder, põe as tuas de molho”. Sumária e explicitamente, pretende lembrar, que para cada bispo modelo Nestório, desalinhado de Roma, haverá um homem do povo, outro Eusébio Dorileu para o refutar, sob a proteção da sempre Virgem, “SANTA MARIA, MÃE DE DEUS”.

Jovens Missionários no PHN


É preciso viver o PHN sem alienação.Mas viver de acordo com a realidade que enfrentamos no dia-dia.
Como ser humano e filho de Deus devemos fugir do pecado todos os dias,mas devemos também ter consciência de que como humano somos frágeis...Daí é preciso direcionar o olhar para o outro não condenado-o mas sabendo que ele é pecador e por isso precisa ser acolhido.
Começando a nossa reflexão de hoje,vamos partilhar sobre a nossa juventude.Nesta hora vamos nos acolher por toda a eternidade,vimo que ainda somos jovens missionários,por isso nos dias de hoje precisamos viver o PHN(Por Hoje Não vou mais Pecar).Viver o PHN,é como estar se livrando de todo o pecado que a nossa juventude vive combatendo todo o pecado,nessas horas vejo que o jovem de hoje deve fazer uma escolha de vida e por isso,a Sagrad Escritura nos fala detalhadamente sobre a vida:"Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós:ponho diante de ti a vida e a morte,a bênção e a maldição.Escolhe,pois, a vida,para que vivas com a tua posteridade."(Dt 30,19).Jovem,escolher a vida,é tê-la em abundãncia como podemos perceber que nos dias de hojes os jovens estão morrendo por causa das drogas,se envolve na prostituição,se envolve no adultério,e outros pecados que nos atrapalha o nosso coração:"Os jovens e adolecentes constituem a grande maioria da população da América Latina e do Caribe.Representam enorme potencial para o presente e o futuro da Igreja e de nossos povos,como discípulos e missionários do Senhor Jesus.Os jovens são sensíveis a descobri sua vocação a ser amigos e discípulos de Cristo.São chamados a ser "sentinelas da manhã",comprometendo-se na renovação do mundo á luz do Plano de Deus".(cf. Documento de Aparecida nº 443).O Documento de Aparecida nos deu totalmente a clareza que os jovens são chamados a vocação,mas para nós jovens,precisamos restaurar a nossa vida da nossa juventude,precisamos também batalhar viver o PHN e colocar toda a juventude a entender que o PHN é o movimento que Deus colocou para nós,relatando sobre essas condições de sermos jovens que anunciando a Boa Nova do Evangelho é para isso que os jovens revolucionários estejam em vão,a nos colocar nos momentos mais renovados conforme nos dizia o Documento de Aparecida que nos fala para sermos sentinelas da manhã e que todos nós possamos colocar a juventude em anunciar toda a boa nova:"A raça do homem que teme a Deus será honrada;será desonrado aquele que desprezar os preceitos do Senhor."(Is 10,23).A raça do homem como nos dizia Isaías na qual que ele teme a Deus precisamos escolher a vida para que todos nós possamos praticar o PHN,viver o PHN na qual hoje possamos anunciar a todos os jovens o que é o PHN.O PHN significa:Por Hoje Não vou mais Pecar,essa motivação e viver a grande raça do homem que vem aprofundar mais sobre o movimento de jovens que nos atrai a receber a graça de Deus:"Deus dispõs amorosamente que permanecesse íntegro e fosse transmitido a todas as gerações tudo quanto tinha revelado para salvação de todos os povos.Por isso,Cristo Senhor,em que toda a revelação de Deus onipotente se consuma".(Dei Verbum nº 07).A Sagrada Escritura nos relata o que São Paulo nos dizia na segunda carta aos Coríntios:"Esse véu só será tirado quando se converterem ao Senhor".(2Cor 3,16).Jovens o que São Paulo nos dizia quando falava sobre a conversão preciso colocar a este ponto que nos coloque o ponto positivo,que Deus tem para nos dá:"O que se costuma chamar permissividade dos costumes se apóia numa concepção errônea da liberdade humana; para se edificar,esta última tem necessidade de se deixar educar previamente pela lei moral".(CIC Nº 2526).A possibilidade de que logo tivemos a certeza que os jovens podem estar anciosos para anunciar o PHN anunciar a boa nova de Jesus.Que Deus nosso Senhor possa colocar em nós e também a Maria Santíssima que nos protege de todos os perigos contra a nossa vida a escolha é nossa,vamos pedir que o Senhor restaure os nossos jovens de hoje para que eles possam escolher a vida.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Preciosíssimo Sangue de Jesus

A memória da Paixão de Jesus que se faz cada vez que nos voltamos ao seu Preciosíssimo Sangue está indissoluvelmente unida à Santíssima Eucaristia, ao Sangue Eucarístico do Senhor.
Muitas vezes, quando celebramos a Sagrada Eucaristia, temos bem presente a última Ceia do Senhor, o que está correto: esta Ceia foi a primeira de todas as celebrações eucarísticas. Mas a própria última Ceia de Jesus não se entende sem referência à sua Paixão; ao mesmo tempo, a Ceia foi o modo mais eloqüente com que Jesus expressou o sentido que Ele mesmo daria à morte, que iria sofrer no dia seguinte.
Na noite em que ia ser entregue, celebrando com os apóstolos a última Ceia, o Bom Jesus “tomou o pão, deu graças, partiu-o e lhes deu, dizendo: ‘Isto é o meu corpo, que é dado por vós’” (Lc 22,19). Também “pegou o cálice, deu graças, passou-o a eles, e todos beberam. E disse-lhes: “Este é o meu sangue da nova Aliança, que é derramado por muitos” (Mc 14, 23-24). Nos sinais do pão e do vinho, Jesus entregou seu Corpo e Sangue, isto é, sua vida, entregou-se a si mesmo, antecipando o sacrifício da Cruz. Sem a Cruz, a Ceia seria um anúncio sem realização, uma promessa sem cumprimento. Por outro lado, sem a Ceia, a Cruz correria o risco de não ser compreendida: quem poderia ver na execução de um condenado o Sacrifício da nova e eterna Aliança, se Aquele mesmo que foi morto não mostrasse como entendia a própria morte?“Ninguém me tira a vida, mas eu a dou por própria vontade” (Jo 10,18): mostrou-o na Ceia, antecipando a entrega que faria na cruz.
Nas Missas que celebramos, obedecendo a palavra do Senhor (“fazei isso em memória de mim”), também tomamos o pão e o cálice recordando a morte e a ressurreição de Jesus, e no pão e no vinho consagrados, é-nos oferecida, como foi aos apóstolos naquela Ceia, a própria vida de Jesus, Ele mesmo, oculto no sinal do sacramento.
Tudo isso é possível pela força do Espírito Santo. “Impelido pelo Espírito Eterno, Cristo ofereceu a si mesmo a Deus como vítima sem mancha” (Hb 9,14). Esse Espírito garante que o mistério da Cruz e da Ressurreição, antecipado na Ceia e recordado em nossas Missas, não seja uma mera lembrança psicológica, mas contenha Aquilo que simboliza. Justamente por ser Eterno, o Espírito Santo faz com que o Sacrifício de Cristo, o próprio Jesus morto e ressuscitado, esteja sempre presente em todo o tempo, nos sinais do pão e do vinho que consagramos. Mais ainda, Espírito Eterno faz com que os homens e mulheres de todos os tempos, recebendo a comunhão, participem da graça e da benção obtidas pela morte e ressurreição do Senhor.
Nos dois sinais sacramentais, pão e vinho, estão presentes o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo, pelo que basta a comunhão em apenas um deles para se receber Jesus inteiro. Também, já no sinal do pão, partido e dado, e, mais ainda, na própria existência de dois sinais, Corpo e Sangue, é expressa a morte do Senhor. Mas é no sinal do vinho que o simbolismo da Paixão aparece de modo mais marcante. Do mesmo modo como o pão traz á memória a encarnação de Jesus (com razão a Santa Eucaristia é saudada no antigo hino: “Salve Corpo verdadeiro que da Virgem Mãe nascestes”), o vinho vermelho, “sangue da uva” (Dt 32,14), traz, quase que espontaneamente, a memória de sua Paixão, de seu Sangue derramado. O fato da piedade eucarística voltar-se, quase que exclusivamente, ao sinal do Pão consagrado (comunhão somente com o Pão consagrado, adoração somente da Hóstia consagrada), empobreceu a compreensão que o nosso povo tem da Santíssima Eucaristia, onde o sinal do vinho é tão essencial quanto o sinal do pão.
Meditamos sobre o Sangue sagrado que Ele derramou por nós, ao mesmo tempo que adoramos este Sangue Precioso no Sacramento do altar, queremos crescer na compreensão deste Santíssimo Sacramento e na gratidão pelo dom infinito que Ele fez de si mesmo por nós, no altar da cruz. Assim seja.
Artigo extraído do Devocionário ao Preciosíssimo Sangue de Jesus

Sangue do Bom Jesus,
dado a nós na Eucaristia
Queremos crescer
na compreensão
deste Santíssimo Sacramento

Coração Místico

Coração Místico
"São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém"."Rogai por nós, santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém".Há tantos católicos ainda correndo o perigo de não darem ao Senhor Jesus Cristo a adoração devida em tão grande presença, confundidos por doutrinas perversas, que estão entrando em nossas casas, inventadas por homens..: Ouça: Padre Roberto fala sobre cura A Igreja precisa de corações místicos, corações adoradores e profundamente unidos ao Senhor Jesus Cristo, principalmente, durante a celebração da Santa Missa. Quando falo que a Igreja precisa de corações místicos, também afirmo com isso que não podemos ser católicos que apenas amam a Jesus por aquilo que Ele nos dá.Estamos vivendo num mundo conturbado, por isso, há necessidade de corações místicos. E quando falo disso, lembro-me de São Pio. Você sabe que este santo não era um grande orador, mas sua vida era um altar. O tempo que ele tinha era realmente para o altar. Às 5 horas da manhã, ele já subia ao altar para celebrar a Santa Missa, e a pequena igreja ficava lotada, porque muita gente queria ver a Celebração Eucarística no altar com ele, seus gestos e olhar.As Igrejas Pentecostais se baseiam na Teologia da Prosperidade, mas o meu amor por Jesus não pode se basear nisso. O amor pelo Senhor deve ser místico, profundo, verdadeiro, um amor dos comungantes do Corpo de Cristo. Quem comunga o Corpo de Cristo, comunga "fogo", já diziam os santos padres.O grande dom de um homem místico é que ele não vive pela aparência, mas é profundamente verdadeiro, e isso se revela em suas atitudes, mesmo que isso lhe custe muito sofrimento.A Teologia da Prosperidade prega que você tem o direito só de ter coisas, mas não o de sofrer por Jesus. Isso é ilusório, não se aproxime do caminho dos grandes; siga o caminho dos humildes.
Fonte: Canção Nova.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Assim eu Rezo o Pai Nosso

Assim eu Rezo o Pai Nosso
Diante do sofrimento que já enfrentei eu continuo levando uma vida quase que solitária.Para o mundo eu tenho me afastado de tudo e de todos.Se isto é mal para mim, eu não sei.Mas descobri que não tenho amigos e que a minha vida tem se voltado para uma rotina de ficar em casa o tempo todo.Rodeado da minha esposa e dos meus dois filhos.Só que a minha maior riqueza tem sido experimentar Deus a cada instante.Minha casa se transformou no meu santuário.Abasteço-me todos os dias da Palavra de Deus atarvés da Canção Nova (TV) e com os meus estudos que faço em casa.Por isso me inspirei entre tantos outros artigos, escrever através de uma meditação o PAI NOSSO.Espero que sirva para reflexão de alguém. PAI NOSSO QUE ESTÁS NO CÉU... e na terra derrama sobre nós a tua bênção e a tua misericórdia infinita. SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME... santo três vezes santo e que não sejas confundido com nehum outro deus.Somente Tu Senhor és soberano e uno. VENHA A NÓS O VOSSO REINO... reino de paz, justiça, amor e fraternidade entre os povos.Que não reine sobre a terra o poder da exploração dos mais pobres, da pornografia e da violência. SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO CÉU. Que seja feita Senhor a tua vontade e não a nossa, que a Tua autoridade seja perene e fecunda e que tua vontade reine em nossos coraçãoes para que sejamos obedientes a Ti por todos os séculos.Amém! O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE... Sim, Senhor, dai-nos todos os dias o pão da justiça, da paz, da fraternidade e da esperança.O pão espiritual sobre a forma do pão e do vinho e dado a nós como EUCARISTIA.Corpo e Sangue de Cristo. O pão como alimento para os pobres,marginalizados,miseráveis,oprimidos,injustiçados e massacrados por um sistema capitalista opressor.O pão para tantos menores carentes,abandonados pelas ruas e praças sem uma estrutura familiar,sem carinho e sem amor.O pão do conforto espiritual para tantos enfermos,doentes que vivem nos hospitais ou em casa sofrendo com os males do corpo.Dai também Senhor o pão da esperança para os que sofrem discriminação como idosos,etnias,raças,ideologias.Os idoso,prostitutas e tantos outros que são feridos na sua dignidade de ser humano.Dai também Senhor o pão da conversão para tantos corações duros... PERDOAI NOSSAS OFENSAS... O nosso egoísmo que nos fecha o coração para não sentirmos o sofrimento do outro.Perdoai Senhor a nossa insencibilidade diante do desespero e da dor dos que padecem todo tipo de tribulação no corpo e na alma. ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO... Dái-nos Senhor a graça de perdoar a todos que nos ofedem com palavras e atos.Derama Senhor sobre nós o Espírito Santo para que possamos abrir o nosso coração para o amor e não guardar mágoa,rescentimento,rancor e ódio pelo nosso irmão. E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO... na tentação de tornarmos escravos do orgulho,da ambição,da vaidade,do comodismo,individualismo... MAS LIVRA-NOS DO MAL.AMÉM!!! Livra-nos Senhor do perigos,das doenças físicas,psíquicas,emocionais.Livra-nos Senhor do medo,da ansiedade,da preguiça, da mentira,e principalmente do riso de deixar de te AMAR. Do irmão em Cristo, Tarcísio Silva. Luís Gomes RN



"Não preciso me drogar para ser um gênio; Não preciso ser um gênio para ser humano; Mas preciso do seu sorriso para ser feliz." (Charles Chaplin ).

Oração de São Francisco



Um dia, orando nas ruínas da Igreja de São Damião, ante a imagem do Cristo Crucificado, pareceu-lhe ouvir claramente: “Francisco, não vês que a minha casa está em ruínas? Restaura-a para mim!”. Pensando tratar-se do velho templo onde se achava, agiu de pronto, contando para a reforma com o dinheiro de seu pai, que tinha em suas mãos. "E se por esse motivo tiver de suportar perseguições da parte de alguém, que então o ame ainda mais por amor de Deus." "Ao servo de Deus nada deve desagradar senão o pecado." "Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, em breve estarás fazendo o impossível." "Deus meu e todas as criaturas" "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida." "Onde a pobreza se une à alegria, não há cobiça nem avareza." "Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível." "Senhor, fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna."


Frases do Santo:


"E se por esse motivo tiver de suportar perseguições da parte de alguém, que então o ame ainda mais por amor de Deus."

"Ao servo de Deus nada deve desagradar senão o pecado." "Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, em breve estarás fazendo o impossível."

"Onde a pobreza se une à alegria, não há cobiça nem avareza."

"Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal, da qual homem algum pode escapar. Ai dos que morrerem em pecado mortal! Felizes os que ela achar conformes à tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes fará mal!" (O cântico do Irmão Sol)

"E depois que o Senhor me deu irmãos ninguém me mostrou o que eu deveria fazer, mas o Altíssimo mesmo me revelou que eu devia viver segundo a forma do santo Evangelho." (Testamento de São Francisco - 1226)

"E o Senhor me deu e ainda me dá tanta fé nos sacerdotes que vivem segundo a forma da santa Igreja Romana, por causa de suas ordens, que, mesmo que me perseguissem, quero recorrer a eles. E hei de respeitar, amar e honrar a eles e a todos os outros como a meus senhores." (Testamento de São Francisco - 1226)

"E como apareceu aos santos apóstolos em verdadeira carne, também a nós e do mesmo modo que eles, enxergando sua carne, não viam senão sua carne, contemplando-o contudo com seus olhos espirituais creram nele como no seu Senhor e Deus (cf. Jo 20,28), assim também nós, vendo o pão e o vinho com os nossos olhos corporais, olhemos e creiamos firmemente que Ele está presente."